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Osmar Terra : Obediência química é doença

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Como estudioso do matéria, afirmo que todos e cada um dos países do planeta proíbem quase todas e cada uma das drogas que cá consideramos ilícitas. A experiência histórica mostrou que o consumo aumentado cria um extensa efêmero de pessoas com transtorno mental temporário ou estrito, o que fabrica graves alterações sociais, de saúde e de segurança.

A violência e o número de dependentes marginalizados diminuíram em todos e cada um dos países que atuam com rigor contra o transacção e o consumo de drogas e que tratam de modo apropriada os usuários.

Em consequência, a qualidade para toda a vida da população melhorou. O programa de tolerância zero desenvolvido em Novidade York a lascar dos anos 1990 é um bom exemplo disso.

Quanto à asserção do título da pilar, de que a submissão não é uma doença cronica do cérebro, devo manifestar que está errada. Trata-se de questão chave no entendimento dessa tragédia sanitária e social.

A evolução dos padrões de busca e, singularmente, o progresso dos programas de neuroimagem abrem uma janela extraordinária para o seguimento do andamento cerebral.

Desse modo, constatam-se padrões de perverso andamento vinculados a regiões cerebrais afetadas pelo incentivo continuado das drogas. Nora Wolkwov, que dirige o maior meio de pesquisas sobre drogas do planeta, o National Institute of Drug Abuse (NIDA), nos EUA, mostra evidências laboratoriais irrefutáveis de alterações cerebrais permanentes em pacientes com submissão química.

Tais pesquisas são corroboradas pelos estudos da Organização Global da Saúde e pela esmagadora maior parte dos neurocientistas em atuação no planeta.

O livro do neurocientista Marc Lewis, citado por Marcelo Leite, não é um trabalho científico. Trata-se de um resenha quase romanceado de pequeno número de poucas histórias, até a dele, tentando discutir que a submissão é uma adaptação organico do cérebro ao uso de drogas e que deve ser reversível.

Quem conhece qualquer dependente químico sabe do dedicação que este possui de fazer para deixar o consumo e como é simples recair.

Movimentos como os Alcoólicos Anônimos, os Narcóticos Anônimos e as comunidades terapêuticas reconhecem essa cronica. Com uma dieta assistida, conseguem fazer com que uma proporção significativa de dependentes químicos consiga levar uma vida minimamente produtiva e responsáveis.

Seria interessante confrontar a reinserção social de dependentes tratados com dieta assistida e os só com redução de danos, como defende o crítico, e tenho certeza de que este mudaria de opinião.

Quanto às bandeiras de esquerda e direita, de conservadores e progressistas, constato no artigo um dogmatismo do tempo da Guerra Fria, uma vez que atualmente são os direitistas e os liberais os mais grandes defensores da liberação das drogas, e os governos socialistas, ditos de esquerda, os que mas reprimem seu consumo.

Acima dessa dicotomia e dos discursos, reafirmo que as evidências históricas e científicas devem balizar o polêmica, dado que, na prática, oferecem o melhor caminho para as vítimas das drogas e para a sociedade, autonomamente das ideologias.

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